venerdì 17 giugno
ore 21.00
Teatro Due - Piazza Shakespeare
Parma
reading in lingua originale dei poeti
WENDY COPE, PEDRO TAMEN
letture in italiano di Elisabetta Pozzi
a cura di Nicola Crocetti
in collaborazione con Teatro Festival-Fondazione Teatro Due
partecipa Giulia Lanciani
Blog delle cattedre di Lingua e Traduzione Portoghese e Brasiliana e di Letteratura Portoghese e Brasiliana
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Português é a oitava língua mais falada no mundo
por Stella Maris Bortoni-Ricardo
Comemora-se neste 10 de junho o Dia Nacional da Língua Portuguesa, língua oficial do Brasil e de sete outros países. Estima-se que seja falada por 230 milhões de pessoas, nos cinco continentes, em territórios que somados perfazem 10.074.000 m². Tudo isso faz da Língua Portuguesa a oitava mais falada no mundo e a terceira com maior número de usuários no Ocidente. A nós interessa saber também que, em cada quatro falantes de Português no mundo, três são brasileiros.
De fato, entre os países lusófonos que constituem a CPLP, somente em Portugal e no Brasil, o Português, além de ser língua oficial, é também língua materna de quase a totalidade da população. Portugal conferiu status de língua oficial também ao Mirandês; no Brasil o Português é a única língua oficial, mas existem cerca de 180 línguas minoritárias, as das nações indígenas; as preservadas em áreas de imigração ocorrida a partir do século XIX e duas línguas de sinais.
Pode-se considerar a Língua Portuguesa como o maior patrimônio de nossa constituição como nação. Durante os dois primeiros séculos da colonização, o Português, que se expandiu gradualmente, à medida que aumentava o número de colonizadores lusitanos, conviveu com línguas nativas e línguas africanas. Marcas desse multilinguismo são encontradas na redução flexional dos sistemas nominal e verbal das variedades populares no Brasil. Alguns pesquisadores atribuem nosso extensivo monolinguismo a um processo glotofágico, paralelo ao etnocídio de nossa população aborígine e da atenta política linguística da corte portuguesa. Não se pode perder de vista esses fatos históricos.
A Língua Portuguesa deve ser objeto de nosso apreço e de nosso orgulho. No entanto, para celebrar o seu dia, optei por trazer à consideração alguns dados preocupantes sobre o Português, a começar pelo fato de que o mundo da lusofonia é também um mundo de analfabetismo, que vou ilustrar somente com dados brasileiros.
O Censo de 2010 indicou que 9,6% dos brasileiros são analfabetos absolutos e o Quinto Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional – INAF –, divulgado em setembro de 2005, mostrou que só 26% da população brasileira, na faixa de 15 a 64 anos de idade, são pessoas plenamente alfabetizadas (www.ipm.org.br). Isso se reflete na pouca presença do Português na web. Há seis mil línguas no mundo e somente 12 delas são usadas em 98% das páginas na internet, sendo que o Inglês é empregado em 72% do total dessas páginas.
Outro dado importante diz respeito aos hábitos de leitura no Brasil. Segundo a Câmara Brasileira do Livro – CBL –, em estudo de 2008, somente 13,6% da população brasileira lê pelo menos três livros por ano. Cada brasileiro lê, em média, 1,8 livro/ano, em oposição aos EUA (cinco livros per capita) e à Europa (entre cinco a oito livros lidos por habitante).
A promoção da leitura é uma política pública importante, assim como o aperfeiçoamento da educação de jovens e adultos, EJA. Apesar dos investimentos nesse setor, os resultados não têm sido animadores. Uma boa iniciativa governamental visando ao incremento da leitura e da escrita no Brasil poderia ser a criação do sonhado Instituto Machado de Assis, nos moldes dos Institutos Camões, Cervantes, Goethe e outros, que são propulsores da educação linguística e da cultura literária em seus respectivos países.
Que a celebração da Língua Portuguesa no seu dia possa promover uma reflexão ampla e séria sobre os fatos sombrios do analfabetismo nas comunidades de Língua Portuguesa.
Stella Maris Bortoni de Figueiredo Ricardo é professora titular de Lingüística aposentada da UnB. Atualmente atua como docente e pesquisadora e como orientadora do Doutorado em Lingüística, na Faculdade de Educação da mesma universidade. Tem graduação em Letras Português e Inglês, tendo cursado o primeiro ano no Lake Erie College, em Ohio, US; mestrado em Lingüística pela Universidade de Brasília e doutorado em Lingüística pela Universidade de Lancaster, Inglaterra. Atua principalmente nos temas: formação de professores, educação em língua materna, letramento, alfabetização e etnografia de sala de aula.
Fonte: UnB Agência - Universidade de Brasília
Comemora-se neste 10 de junho o Dia Nacional da Língua Portuguesa, língua oficial do Brasil e de sete outros países. Estima-se que seja falada por 230 milhões de pessoas, nos cinco continentes, em territórios que somados perfazem 10.074.000 m². Tudo isso faz da Língua Portuguesa a oitava mais falada no mundo e a terceira com maior número de usuários no Ocidente. A nós interessa saber também que, em cada quatro falantes de Português no mundo, três são brasileiros.
De fato, entre os países lusófonos que constituem a CPLP, somente em Portugal e no Brasil, o Português, além de ser língua oficial, é também língua materna de quase a totalidade da população. Portugal conferiu status de língua oficial também ao Mirandês; no Brasil o Português é a única língua oficial, mas existem cerca de 180 línguas minoritárias, as das nações indígenas; as preservadas em áreas de imigração ocorrida a partir do século XIX e duas línguas de sinais.
Pode-se considerar a Língua Portuguesa como o maior patrimônio de nossa constituição como nação. Durante os dois primeiros séculos da colonização, o Português, que se expandiu gradualmente, à medida que aumentava o número de colonizadores lusitanos, conviveu com línguas nativas e línguas africanas. Marcas desse multilinguismo são encontradas na redução flexional dos sistemas nominal e verbal das variedades populares no Brasil. Alguns pesquisadores atribuem nosso extensivo monolinguismo a um processo glotofágico, paralelo ao etnocídio de nossa população aborígine e da atenta política linguística da corte portuguesa. Não se pode perder de vista esses fatos históricos.
A Língua Portuguesa deve ser objeto de nosso apreço e de nosso orgulho. No entanto, para celebrar o seu dia, optei por trazer à consideração alguns dados preocupantes sobre o Português, a começar pelo fato de que o mundo da lusofonia é também um mundo de analfabetismo, que vou ilustrar somente com dados brasileiros.
O Censo de 2010 indicou que 9,6% dos brasileiros são analfabetos absolutos e o Quinto Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional – INAF –, divulgado em setembro de 2005, mostrou que só 26% da população brasileira, na faixa de 15 a 64 anos de idade, são pessoas plenamente alfabetizadas (www.ipm.org.br). Isso se reflete na pouca presença do Português na web. Há seis mil línguas no mundo e somente 12 delas são usadas em 98% das páginas na internet, sendo que o Inglês é empregado em 72% do total dessas páginas.
Outro dado importante diz respeito aos hábitos de leitura no Brasil. Segundo a Câmara Brasileira do Livro – CBL –, em estudo de 2008, somente 13,6% da população brasileira lê pelo menos três livros por ano. Cada brasileiro lê, em média, 1,8 livro/ano, em oposição aos EUA (cinco livros per capita) e à Europa (entre cinco a oito livros lidos por habitante).
A promoção da leitura é uma política pública importante, assim como o aperfeiçoamento da educação de jovens e adultos, EJA. Apesar dos investimentos nesse setor, os resultados não têm sido animadores. Uma boa iniciativa governamental visando ao incremento da leitura e da escrita no Brasil poderia ser a criação do sonhado Instituto Machado de Assis, nos moldes dos Institutos Camões, Cervantes, Goethe e outros, que são propulsores da educação linguística e da cultura literária em seus respectivos países.
Que a celebração da Língua Portuguesa no seu dia possa promover uma reflexão ampla e séria sobre os fatos sombrios do analfabetismo nas comunidades de Língua Portuguesa.
Stella Maris Bortoni de Figueiredo Ricardo é professora titular de Lingüística aposentada da UnB. Atualmente atua como docente e pesquisadora e como orientadora do Doutorado em Lingüística, na Faculdade de Educação da mesma universidade. Tem graduação em Letras Português e Inglês, tendo cursado o primeiro ano no Lake Erie College, em Ohio, US; mestrado em Lingüística pela Universidade de Brasília e doutorado em Lingüística pela Universidade de Lancaster, Inglaterra. Atua principalmente nos temas: formação de professores, educação em língua materna, letramento, alfabetização e etnografia de sala de aula.
Fonte: UnB Agência - Universidade de Brasília
Guiné Equatorial na CPLP ?
Neste mês de Junho, em Angola, na XVI Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), será apreciada a integração da Guiné Equatorial na organização.
A base para esta etapa no processo de inclusão do país governado por Teodoro Obiang desde 1979 será o relatório elaborado pela missão da CPLP que esteve em Malabo nos passados dias 4 e 5 de Maio.
Segundo a página da CPLP, as condições a averiguar são a utilização efectiva da língua portuguesa no sistema de ensino do país e a adopção de princípios orientadores da organização, como “o primado da paz, da Democracia, do Estado de Direito, dos Direitos Humanos e da justiça social”.
continua su http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/guine-equatorial-na-cplp
A base para esta etapa no processo de inclusão do país governado por Teodoro Obiang desde 1979 será o relatório elaborado pela missão da CPLP que esteve em Malabo nos passados dias 4 e 5 de Maio.
Segundo a página da CPLP, as condições a averiguar são a utilização efectiva da língua portuguesa no sistema de ensino do país e a adopção de princípios orientadores da organização, como “o primado da paz, da Democracia, do Estado de Direito, dos Direitos Humanos e da justiça social”.
continua su http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/guine-equatorial-na-cplp
Mirandês vai ter primeiro romance histórico
No dia 10 de Junho é lançado em Bragança o primeiro romance escrito em mirandês, a segunda língua oficial reconhecida em Portugal. «La Bouba de La Tenerie» é um livro da autoria de Amadeu Ferreira, especialista na língua falada no norte transmontano.
O romance vai ter também uma versão em português, intitulada «Tempo de Fogo». Amadeu Ferreira utiliza o pseudónimo Francisco Niebro para assinar ambas as edições daquele que é o primeiro romance escrito em mirandês.
As obras são baseadas em «factos históricos» e a acção decorre no «berço» da língua mirandesa, retratando o «ambiente sufocante que se viveu nas aldeias desta região durante a inquisição», contou.
Segundo Amadeu Ferreira, este romance histórico passa-se no ano de 1619 e a acção centra-se, sobretudo na agora vila de Sendim, tendo como personagem principal um frade homossexual queimado pela inquisição.
O nome do personagem principal é ficcionado, assim como muito do enredo que, no entanto relata também factos e personagens reais da época que o autor descobriu numa investigação que precedeu a escrita a documentos históricos, nomeadamente na Torre do Tombo.
Amadeu Ferreira começou a escrever em «2002/2003» e a obra ficou pronta no verão de 2009.
A particularidade é que o original foi escrito em mirandês e a versão portuguesa surgiu do desafio lançado ao autor pela editora Âncora, que publica agora as duas versões.
Este é o primeiro romance escrito originalmente em mirandês depois das várias traduções que Amadeu Ferreira tem feito, nos últimos anos, de obras conhecidas como as histórias do Astérix ou os Lusíadas de Luís Vaz de Camões.
Jurista de formação, Amadeu Ferreira é natural de Sendim, Miranda do Douro, e tem-se destacado como estudioso e impulsionador do mirandês, apesar de desenvolver a sua actividade em Lisboa na Faculdade de Direito e na vice-presidência da CMVM, a Comissão de Mercados de Valores Mobiliários.
A apresentação do romance «duplo» será feita por Teresa Martins Marques, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e Alfredo Cameirão, escritor mirandês e professor do ensino secundário.
A cerimónia terá lugar dia 10 de Junho no Centro Cultural Adriano Moreira, em Bragança, em contará com o apoio da Academia de Letras de Trás-os-Montes e da Câmara Municipal local.
O romance vai ter também uma versão em português, intitulada «Tempo de Fogo». Amadeu Ferreira utiliza o pseudónimo Francisco Niebro para assinar ambas as edições daquele que é o primeiro romance escrito em mirandês.
As obras são baseadas em «factos históricos» e a acção decorre no «berço» da língua mirandesa, retratando o «ambiente sufocante que se viveu nas aldeias desta região durante a inquisição», contou.
Segundo Amadeu Ferreira, este romance histórico passa-se no ano de 1619 e a acção centra-se, sobretudo na agora vila de Sendim, tendo como personagem principal um frade homossexual queimado pela inquisição.
O nome do personagem principal é ficcionado, assim como muito do enredo que, no entanto relata também factos e personagens reais da época que o autor descobriu numa investigação que precedeu a escrita a documentos históricos, nomeadamente na Torre do Tombo.
Amadeu Ferreira começou a escrever em «2002/2003» e a obra ficou pronta no verão de 2009.
A particularidade é que o original foi escrito em mirandês e a versão portuguesa surgiu do desafio lançado ao autor pela editora Âncora, que publica agora as duas versões.
Este é o primeiro romance escrito originalmente em mirandês depois das várias traduções que Amadeu Ferreira tem feito, nos últimos anos, de obras conhecidas como as histórias do Astérix ou os Lusíadas de Luís Vaz de Camões.
Jurista de formação, Amadeu Ferreira é natural de Sendim, Miranda do Douro, e tem-se destacado como estudioso e impulsionador do mirandês, apesar de desenvolver a sua actividade em Lisboa na Faculdade de Direito e na vice-presidência da CMVM, a Comissão de Mercados de Valores Mobiliários.
A apresentação do romance «duplo» será feita por Teresa Martins Marques, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e Alfredo Cameirão, escritor mirandês e professor do ensino secundário.
A cerimónia terá lugar dia 10 de Junho no Centro Cultural Adriano Moreira, em Bragança, em contará com o apoio da Academia de Letras de Trás-os-Montes e da Câmara Municipal local.
ESAME ORALE DI LETTERATURA PORTOGHESE E BRASILIANA
Gli studenti che devono sostenere l'esame di Letteratura Portoghese e Brasiliana I e II, da tenere con la dott.ssa Genchi, devono iscriversi alla lista esaminandi e consegnare gli statini al signor Galati in Buon Pastore.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Esami orali Pro.ssa K. de Abreu
Gli esami orali di Lingua Portoghese I e II del corrente a.a. e gli esami Lingua Portoghese e di Letteratura Portoghese e Brasiliana facenti riferimento agli insegnamenti della Prof.ssa Katia de Abreu sono stati posticipati al giorno 20 giugno 2011, ore 9, e si terranno nello studio del Prof. De Rosa (Buon Pastore).
quinta-feira, 9 de junho de 2011
PRESA VISIONE ESAMI SCRITTI
GLI ESAMI SCRITTI POTRANNO ESSERE VISIONATI VENERDÌ (10.06.2011) DALLE ORE 15.00 ALLE ORE 17.00 PRESSO LA SALA LETTORI DELL'EX-TABACCHI.
Exame Escrito de Português 7/8 Junho 2011
PORTUGUÊS I
10003262 REPROVADO
10030160 REPROVADO
10033037 APROVADO
10033865 APROVADO
10033907 APROVADO
10037078 APROVADO
10043499 REPROVADO
10058256 APROVADO
10065756 APROVADO
10067814 APROVADO
10068428 APROVADO
10071880 REPROVADO
10072623 APROVADO
10084345 APROVADO
10084520 APROVADO
10084598 REPROVADO
10088823 APROVADO
PORTUGUÊS II
A B
10010723 APROVADO APROVADO
10015040 APROVADO REPROVADO
10028787 APROVADO APROVADO
10041429 APROVADO APROVADO
10058018 APROVADO REPROVADO
10059998 APROVADO APROVADO
10065642 APROVADO APROVADO
10075698 APROVADO APROVADO
10076366 APROVADO APROVADO
PORTUGUÊS III
A B
10014778 APROVADO APROVADO
10060249 APROVADO APROVADO
10065241 APROVADO APROVADO
10065716 APROVADO APROVADO
10003262 REPROVADO
10030160 REPROVADO
10033037 APROVADO
10033865 APROVADO
10033907 APROVADO
10037078 APROVADO
10043499 REPROVADO
10058256 APROVADO
10065756 APROVADO
10067814 APROVADO
10068428 APROVADO
10071880 REPROVADO
10072623 APROVADO
10084345 APROVADO
10084520 APROVADO
10084598 REPROVADO
10088823 APROVADO
PORTUGUÊS II
A B
10010723 APROVADO APROVADO
10015040 APROVADO REPROVADO
10028787 APROVADO APROVADO
10041429 APROVADO APROVADO
10058018 APROVADO REPROVADO
10059998 APROVADO APROVADO
10065642 APROVADO APROVADO
10075698 APROVADO APROVADO
10076366 APROVADO APROVADO
PORTUGUÊS III
A B
10014778 APROVADO APROVADO
10060249 APROVADO APROVADO
10065241 APROVADO APROVADO
10065716 APROVADO APROVADO
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